A Guerra do Vietnã: Uma Introdução

 


Para entendermos a Guerra do Vietnã é necessário voltar um pouco no tempo, quando o  país ainda era chamado de Indochina (a qual também fazia parte o que hoje é o Laos e o Camboja). Assim, a partir do século XIX, com o auge do imperialismo europeu, essa região foi colonizada pela França, ainda que, historicamente, sua população tenha resistido tenazmente às diferentes tentativas de dominação ao longo dos séculos. Em 1940, com a retumbante derrota francesa diante da Alemanha de Adolf Hitler, o Japão, aliado de Berlim, aproveitou-se do enfraquecimento francês para estender sua influência e passou a controlar a Indochina. Movimentos de resistência surgiram, fundindo-se com outros grupos que mesmo antes da  eclosão da Segunda Guerra Mundial (1939-45) já se articulavam para se opor à dominação francesa. O mais notável desses movimentos foi o Viet Minh, liderado por Ho Chi Minh, que havia estudado na França e tinha se associado à Internacional Comunista. Em 1945, com a derrota japonesa, Ho conclama a independência da Indochina, mas os franceses tinham outros planos. Visando manter seu controle colonial, Paris envia tropas para a região e reconstitui seu poderio. No ano seguinte, as forças do Viet Minh lançaram-se à ação, com o objetivo de expulsar os franceses e conquistar a Independência, inaugurando a Primeira Guerra da Indochina – que se arrastaria pelos próximos oito anos. 

Onde, afinal, fica o Vietnã? No mapa acima, a região da Indochina

Durante a guerra, as forças vietnamitas consolidaram suas táticas de guerrilha, evitando um confronto aberto, “tradicional”, contra os franceses, militarmente mais poderosos, ao menos na teoria. Seu principal estrategista, Nguyen Giap assim definiu o caráter da luta, no início do conflito:

“Será uma guerra entre um tigre e um elefante (…) [o tigre] se esconde na selva durante o dia para só sair à noite, ele se lançará sobre o elefante e lhe arrancará o dorso por grandes nacos, depois desaparecerá e, lentamente, o elefante morrerá de exaustão e hemorragia”

O tempo provou que Giap estava certo, e não uma, mas duas vezes. Travando uma guerra cada vez mais impopular onde seus próprios comandantes não viam chances reais de vitória (algo que se repetirá, em breve), Paris passou a depender cada vez mais da ajuda norte-americana. Estima- se que na fase final do conflito, os Estados Unidos financiaram até 80% do esforço de guerra francês, fornecendo armas, munições e suprimentos. 

Em 1954, tentando atrair as forças do Viet Minh para um confronto aberto e decisivo, as tropas francesas foram cercadas e derrotadas na Batalha de Dien Bien Phu, que provou ser, de fato, decisiva – embora não exatamente da forma que os franceses haviam planejado.

Tanques leves M24 “Chaffee” franceses durante a Batalha de Dien Bien Phu, 1954

Naquele mesmo ano, iniciou-se a Conferência de Genebra, onde foi acertadao a retirada dos franceses da Indochina e a independência do Laos, do Camboja e do Vietnã. Este último seria dividido em duas partes, uma, sob o controle de Ho Chi Minh ao norte e outra, sob a monarquia figurativa de Bao Dai no sul, que nomeou Ngo Dinh Diem para chefiar o governo. Ainda, foi estabelecido que seriam realizadas eleições gerais em 1956 para reunificar o país.

Mas isso nunca aconteceu.

De uma guerra à outra (1955-1963)

Após a divisão, consolidou-se no sul um Estado cada vez mais dependente de Washington, e em 1955, Diem se recusou a participar das eleições de unificação. Logo em seguida ele extinguiu a monarquia através de um plebiscito fraudulento, com apoio dos norte-americanos. No mesmo ano, os Estados Unidos enviam os primeiros “conselheiros militares”, que pretendiam  treinar o exército do que havia se tornado a República do Vietnã, mais conhecida como Vietnã do Sul. Não demorou para que o governo de Diem se revelasse uma ditadura corrupta, que nunca obteve legitimidade e apoio diante da população sul-vietnamita.

E por qual razão os Estados Unidos os apoiavam? 

Diante do tenso contexto da Guerra Fria, Washington adotou a “estratégia de contenção”, que visava barrar a expansão dos regimes socialistas apoiados pela União Soviética. A princípio, todas suas atenções se voltavam para a Europa devastada pela guerra, mas isso se alterou com a ascensão dos comunistas liderados por Mao Tsé Tung na China em 1949, com o impasse na Guerra da Coréia (1950-53), e a derrota francesa diante do Viet Minh no ano seguinte. O fato colocou a Ásia no radar da geopolítica norte-americana, e o Vietnã do Sul passou a ser visto não como um Estado fantoche (o que na prática era, dada sua dependência do apoio norte americano), mas um ponto focal dessa estratégia, onde acreditava-se, com toques de histeria, que a queda do Sul para os comunistas levaria a um “efeito dominó” em todo Sudeste Asiático, com diversos outros países seguindo esse caminho. 

Diante desse cenário, em 1959, Ho Chi Minh conclama a luta pela unificação nacional. No mesmo ano, é fundada a “Frente de Libertação Nacional” – a FNL -, que ficou popularmente conhecida como Vietcong: grupos de guerrilheiros, infiltrados no Sul, que rapidamente estabeleceram bases de operação no campo, onde por diversas vezes, tiveram apoio da população rural.

Nos anos seguintes, a ação da guerrilha intensificou-se, evidenciando a clara ineficiência do Exército Sul Vietnamita em contê-la. É nesse momento – a partir de 1960 -, que os Estados Unidos passam a enviar mais “conselheiros” para supervisionar a ação, ainda que estes, inicialmente, estivessem proibidos de entrar diretamente em combate (essa diretriz será alterada ainda em 1963). Nesse momento, a crença de Washington era que demonstrar sua disposição em defender o Vietnã do Sul seria suficiente para levar à negociações. Em 1962, o então secretário de defesa norte-americano Robert McNamara, que tornou-se conhecido como um dos principais arquitetos da guerra, anunciava que estavam “vencendo” os comunistas. 

Não seria a última vez que essa mentira seria repetida.

A escalada e a intervenção norte-americana (1964-65)

Apesar do envolvimento crescente no pequeno país asiático, o governo de John F. Kennedy relutava em autorizar uma intervenção direta. Entretanto, em 1963 Kennedy foi  assassinado, levando seu vice, Lyndon Johnson, ao poder. Pouco antes, o governo de Diem também entrou em colapso através de um golpe militar que levou à sua morte. Esse golpe tinha sido apoiado pelos EUA, que vinham se distanciando de Diem diante de sua incapacidade de manter alguma governabilidade. Sucessivas juntas militares governaram o Vietnã do Sul pelos anos seguintes, até a ascensão de Nguyễn Văn Thiệu, em 1967.

Por um tempo, Johnson manteve a hesitação de intervir, mas no final de 1964, a decisão de enviar forças de combate para o Vietnã, a fim de apoiar as tropas do sul, foi tomada. O pretexto havia sido um suposto ataque ao destróier da marinha norte-americana USS Maddox, ocorrido no Golfo de Tonquim, e teria sido realizado por lanchas de ataque norte-vietnamitas. O Maddox apoiava ações ofensivas clandestinas, próximo à costa.  

Tal episódio levou à uma aprovação quase unânime por parte do Congresso da “Resolução Do Golfo de Tonquim”, que confiou a Johnson poderes virtualmente ilimitados na condução de uma guerra que jamais foi declarada. Os planos do presidente giravam em torno de travar uma “guerra limitada”, longe dos olhos do público e mantendo os “negócios como sempre” na frente interna. Em breve, o tempo provaria que Johnson, e sua cúpula militar, estavam terrivelmente enganados.

Em retaliação ao incidente do Maddox, iniciou-se uma intensa campanha de bombardeio aéreo, que acabou se tornando uma das maiores ações do tipo já realizadas. Os EUA despejaram, pelos anos seguintes, mais bombas sobre o Vietnã do que havia sido feito durante toda a Segunda Guerra Mundial.

Afundando-se na selva (1966-68)

Na campanha eleitoral de 1964, Johnson prometeu “não enviar nossos rapazes a 9 ou 10 mil quilômetros de casa para fazer o que rapazes asiáticos devem fazer por si mesmos”4. Já no ano seguinte, os Estados Unidos tinham 184 mil soldados no Vietnã. Em 1966, eram 430 mil, e três anos depois ultrapassaram a marca de meio milhão. Inicialmente, a maioria da opinião pública apoiou a intervenção, mas esse apoio se corroeu rapidamente conforme o conflito avançou, sem nenhuma perspectiva real de vitória.

Tropas norte americanas durante a Batalha de Ia Drang, seu primeiro grande embate contra as forças comunistas, novembro de 1965

A tática norte-americana era, essencialmente, defensiva. Suas operações estavam proibidas de ultrapassar o paralelo 17, que demarcava a fronteira entre o Vietnã do Sul e o Norte. Isso por que tal ação levaria, invariavelmente, a uma provável intervenção chinesa, e ou soviética, em favor do Vietnã do Norte (como havia ocorrido, anos antes, na Coréia, onde a China interviu). Confiantes do seu enorme poder de fogo, com numerosos bombardeios aéreos, artilharia e com o apoio tático de helicópteros (o modelo UH-1 “Huey” se tornou provavelmente o maior símbolo dessa guerra), a estratégia norte americana se baseava nas operações de “procurar e destruir”, enviando patrulhas a determinadas áreas controladas pelo Vietcong, buscando engaja-los. A definição de “vitória” se dava através da “contagem de corpos”, onde na maioria dos combates as baixas comunistas eram bem superiores às norte-americanas. Tal fato  alimentou o mito (que resiste até hoje), repetido à exaustão por generais e pelas demais autoridades, que a América estava “vencendo”. Mas não estava. 

Ao abordar o caráter da guerra, Demétrio Magnoli afirma:

“No terreno militar, os primeiros meses de engajamento evidenciaram o paradigma da guerra. As forças do Vietcong realizavam ataques limitados e operações de sabotagem contra alvos secundários, enquanto os Estados Unidos conduziam bombardeios aéreos massivos contra fábricas, bases militares e trilhas (de abastecimento)”

Apesar da retórica, tais ações resultaram em poucos resultados práticos. O apoio ao Vietcong permanecia intenso em muitas regiões, assim como seu recrutamento, que pôde suportar as elevadas perdas. Paralelamente, a população via com cada vez mais desconfiança o regime sul-vietnamita, que desde suas origens falhou em “conquistar os corações e as mentes” de seus habitantes.

A Ofensiva do Tet – A cartada decisiva (1968)

Em 1968, a opinião pública já havia perdido a fé na intervenção. Numerosas manifestações pacifistas explodiram através de todos os cantos nos Estados Unidos, terminando inclusive em tragédias com a repressão direta a manifestantes. Naquele ano, dois episódios marcaram a gota d’água no esforço de guerra norte americano: a Ofensiva do Tet e o Massacre de My Lai.

Ao fim de janeiro, as forças Vietcong surpreenderam ao deixar a guerrilha rural e infiltraram-se nos principais centros urbanos do país. Era a “Ofensiva do Tet”, lançada no feriado do ano novo lunar – data que em anos anteriores foi marcada pela trégua nos combates – e que reuniu mais de 80.000 guerrilheiros, atacando diversas áreas do Sul simultaneamente, em mais de 100 cidades e povoados.

A magnitude da operação foi um choque para os estadunidenses, que se perguntavam como um inimigo que estava “esgotado” e “próximo do colapso”, segundo os as informações oficiais, poderiam organizar e desfechar um ataque dessa envergadura. 

A maioria dos ataques foram repelidos nas semanas seguintes, ainda que a batalha pela antiga capital imperial de Hué tenha se estendido por meses,  tornando-se o maior combate urbano desde a Segunda Guerra Mundial. Nessa ocasião, dezenas de milhares de sul-vietnamitas foram massacrados pelo Vietcong, e a cidade se tornou um acumulado de ruínas. Em Saigon, capital do Vietnã do Sul, a embaixada norte-americana foi invadida, e foram feitos diversos reféns. 

Tropas norte-americanas se movimentam através das ruínas de Hué, 1968

O objetivo do Vietcong era desencadear uma insurreição generalizada, o que não aconteceu. Em contra partida, o ataque teve grandes consequências, uma vez que provou que as falácias de uma “vitória iminente” eram, na verdade, falas vazias que fugiam completamente da realidade e que tal vitória nunca esteve tão distante, mesmo após três anos de intensos combates. De acordo com Barbara Tuchman:

“O simples fato de que tais forças pudessem ser mobilizadas por um inimigo supostamente frágil, liquidou toda a vanglória das declarações, feriu a credibilidade dos militares e deixou atônitos tanto o público quanto o governo norte-americano”

No mesmo período, as baixas de soldados norte-americanos atingiam o ápice, alimentando ainda mais a insatisfação social com a guerra. Meses depois, forças dos Estados Unidos massacraram mais de 500 camponeses no vilarejo de My Lai, dentre eles mulheres, crianças e idosos. No ano seguinte, essa história viria ao público, junto aos numerosos relatos de estupros e do uso de armas químicas (o “Agente Laranja”) – o que era proibido por convenções internacionais – tornando cada vez mais insustentável manter um discurso a favor da guerra. Diante do desgaste extremo, Jonhson se retirou das eleições de 1968 e Richard Nixon, seu sucessor, prometeu terminar com a guerra em breve. 

Essa era apenas mais uma das múltiplas mentiras que se tornavam cada vez mais comuns a respeito dessa guerra.

A “Vietnamização” e a Retirada (1969-73)

Diante da impopularidade da guerra, e da incapacidade de realizar uma ação decisiva, Richard Nixon, que assumiu a presidência em 1969, havia prometido retirar as tropas norte-americanas do Vietnã em uma “paz honrosa”. Porém, manter a honra naquelas circunstâncias já não era mais possível, e levariam mais quatro longos anos até que os Estados Unidos se retirassem do Vietnã.

A política de Nixon, que ficou conhecida como “vietnamização da guerra”, consistia na retirada gradual das tropas norte-americanas, enquanto que os bombardeios aéreos eram intensificados. Paralelamente, uma enorme quantidade de armas e suprimentos eram enviadas ao exército sul vietniamita, com a finalidade de transferir a responsabilidade pela guerra terrestre para essa força e capacitando-a para resistir por si mesma. 

O bombardeiro B-52 despeja sua carga sob alvos no Vietnã. Esse avião se tornou uma das imagens mais associadas a guerra

Apesar disso, em 1970 houve uma extensão da guerra para o Camboja, cujas selvas abrigavam diversos redutos dos Vietcong. Essa operação, “secreta”, foi revelada pelo New York Times, o que reacendeu a insatisfação com os rumos das ações que vinham sendo tomadas, culminando na morte de quatro estudantes pacifistas após repressão policial a manifestações em Ohio. A essa altura, tal insatisfação já não se restringia à população civil, e o moral das tropas estadunidenses entrou em colapso. As deserções eram numerosas, a insubordinação fugiu do controle – levando até mesmo ao assassinato de oficiais -, além dos diversos ferimentos auto-infligidos dentre os soldados. O Exército dos Estados Unidos, formado naquele momento por jovens cujo recrutamento era obrigatório, deixava, cada vez mais, de ser uma força de combate efetiva e organizada.

Nesse momento, ocorriam negociações de paz, que culminaram nos Acordos de Paris assinados em janeiro de 1973. Naquele ano, as últimas forças de combate norte-americanas se retiraram do Vietnã na primeira clara derrota dos Estados Unidos em uma guerra.

O fim da guerra (1973-75)

Um, dentre vários fatores que as classes política, e militar, dos Estados Unidos fracassaram em observar – e que foi fundamental para seu fiasco – era que o nacionalismo vietnamita era um dos principais elos que sustentavam os anseios da população, tanto quanto correntes ideológicas. Não importava sob qual bandeira, o desejo do povo era ver um país independente, e livre de interferências estrangeiras, depois de anos de colonização francesa. Com a saída dos franceses, os EUA passaram a ser vistos como potência dominadora, e o mesmo ocorria entre a população do Sul, que até então foram seus aliados. Os constantes erros de cálculo, políticos e também militares, que acreditavam cegamente que o atrito seria suficiente para impor tantas baixas aos comunistas, de modo que estes não pudessem se recuperar, junto as considerações de ordem prática para evitar que a guerra fugisse do controle com uma possível intervenção chinesa/soviética também contribuíram para esse resultado. 

Dois anos depois da retirada, as forças regulares do Exército do Vietnã do Norte lançaram uma invasão de larga escala no Sul. As tropas sul-vietnamitas, desmoralizadas, colapsaram rapidamente. Pouco antes, o Congresso norte-americano havia proibido qualquer nova escalada por parte dos Estados Unidos no Vietnã, e no dia 30 de abril de 1975, Saigon, a capital da República do Vietnã, caía. A guerra, enfim, chegava a uma conclusão, e no ano seguinte, o Vietnã era reunificado sob uma só bandeira. E ela era (e continua a ser) vermelha.

A Guerra do Vietnã gerou um enorme trauma na sociedade norte-americana, e pelas décadas seguintes, pesou a lembrança das trágicas consequências desse conflito nas decisões da política externa de Washington. Diferentes representações desse episódio, tão comuns no cinema, geraram numerosas obras clássicas como Apocalypse Now (Francis Ford Coppola, 1979), Platoon (Oliver Stone, 1986), e Nascido Para Matar (Stanley Kubrick, 1987), o que ajudou a enraizar esse episódio no imaginário popular, algo visível ainda hoje. E por falar na atualidade, as cicatrizes da guerra ainda são se curaram completamente. As vítimas expostas ao “Agente Laranja” permanecem a sofrer com numerosas sequelas – nos fazendo lembrar que a História continua viva – não sendo somente uma relíquia presa ao passado.

Notas

1 –  “Eles mandam você para a guerra, Senhor, E quando você pergunta a eles quanto devemos dar? Eles apenas respondem: Mais! Mais! Mais!” (tradução livre)

2 – “Enquanto a máquina da guerra continua funcionando, morte e ódio à humanidade. Envenenando as mentes com lavagem cerebral, ah, Senhor, sim!” (tradução livre)

3 – Agente incendiário feito à base de gasolina, comumente utilizado em bombas lançadas por aviões, muito utilizado durante a Guerra do Vietnã

4 – Trecho retirado da obra “História das Guerras”, organizada por Demétrio Magnoli

* – Deixo esse espaço para agradecer a minha amiga T. R., afinal sem nossa conversa a ideia pra esse texto provavelmente continuaria na gaveta por mais algum (bom) tempo

Sobre o autor

Lucas Modaneze é graduado em História pela Universidade Cidade de São Paulo e tem como principal área de interesse a História Contemporânea. Atua no Laboratório de Estudos e Pesquisas em História (LEPH) da mesma instituição e colabora com o projeto digital Histori0logando, também voltado à divulgação do conhecimento histórico.

Referências

TUCHMAN, Barbara. “A Marcha da Insensatez: de Tróia ao Vietnã”, BestBolso, Rio de Janeiro, 2012

HOBSBAWN, Eric. “A Era dos Extremos: O Breve Século XX (1914-1991)”, Companhia das Letras, São Paulo, 2005

KARNAL, Leandro. “História dos Estados Unidos: Das origens ao Século XXI”, São Paulo, Contexto, 2020

MAGNOLI, Demétrio. “História das Guerras”, São Paulo, Contexto, 2017.

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