O surto começa em breve no BRASIL




O coronavírus vem gerando preocupação há algumas semanas. O surto começou na China, mas já se espalhou por quatro continentes.

Chegado o Carnaval, a preocupação é com a vinda, nesta época do ano, de milhares de estrangeiros de todos os lugares do mundo, para curtir a festa no país. Mensagens que circulam na internet dão conta de que a tradicional festividade seria a porta de entrada do coronavírus no Brasil. Será que é verdade?

Segundo o Ministério da Saúde, não há comprovação de que o vírus esteja circulando no país e, portanto, "não há precauções adicionais" recomendadas para o público em geral. O isolamento só é recomendado para casos suspeitos, então não haveria risco nas aglomerações que ocorrem no Carnaval. A pasta informou, no final de janeiro, que não tomará medidas drásticas, como a barragem de chineses no país, durante a festa, que ocorre no final de fevereiro.
Outra mensagem disseminada nas redes aponta que o Brasil estaria em "alerta vermelho" em razão do coronavírus e orienta a população a não participar de nenhum evento de Carnaval. A respeito desta informação, o Ministério da Saúde reitera que não há comprovação de que o coronavírus esteja no Brasil, que não há precauções para o público em geral e não está sendo aconselhado o isolamento.
O Brasil tem alguns casos de suspeita de contaminação por coronavírus, sendo cinco no Rio Grande do Sul, mas nenhuma infecção confirmada. São considerados suspeitos os casos de pessoas que estiveram recentemente na China e apresentam quadro de febre, tosse e/ou problemas respiratórios. 

O Ministério da Saúde reitera que não há comprovação de que o coronavírus esteja no Brasil," Mas não pode guarantir que não haja também.

"Com pessoas de vários países vindo para cá existe uma grande chance"

Doença em diversos países, como Irã, Líbano e Itália, e alertou que o vírus pode estar se espalhando sem controle das autoridades médicas.
"Existe de fato um risco da epidemia estar se espalhando de forma silenciosa, pois muita gente é assintomática. Então é possível que cheguem turistas infectados. E o aglomerado do Carnaval, das pessoas juntas, aumenta muito o risco de transmissão", 
Apesar dos planos de contingência implementados, "ideal é diminuir o contato com grandes multidões".
"Eu acho que todo mundo que for pular Carnaval vai estar mais suscetível de estar exposto. Ninguém vai pular com máscara, a não ser que coloque como parte da fantasia. É uma situação difícil e muito pouco pode ser feito"
Eduardo Borges

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