O presidente dos EUA, Barack Obama, enviará ao Congresso o rascunho de uma proposta para a resolução da guerra contra o Estado Islâmico (EI), pedindo um uso "limitado" da força americana por três anos contra o grupo militante que atua na Síria e no Iraque.
A
resolução argumenta que o Estado Islâmico representa uma "grave ameaça"
aos Estados Unidos e aos seus aliados no Oriente Médio e classifica o
grupo como uma organização terrorista. O texto também condena o EI por
"atos desprezíveis de violência e execução em massa".
A resolução de guerra também a cita a morte de quatro cidadãos americanos mortos pelo grupo: James Foley, Steven Sotloff, Abdul-Rahman Peter Kassig e Kayla Mueller.
A nova resolução revogaria uma lei de 2002 que autorizou o presidente George W. Bush a invadir o Iraque. Essa lei seria substituída por uma autorização de guerra de três anos, o que permitiria aos EUA usar força militar contra o Estado Islâmico. O projeto de resolução segue agora para o Congresso, onde será apreciado por duas casas que são controladas pelos republicanos.
fonte: Estadão Conteudo
A resolução de guerra também a cita a morte de quatro cidadãos americanos mortos pelo grupo: James Foley, Steven Sotloff, Abdul-Rahman Peter Kassig e Kayla Mueller.
A nova resolução revogaria uma lei de 2002 que autorizou o presidente George W. Bush a invadir o Iraque. Essa lei seria substituída por uma autorização de guerra de três anos, o que permitiria aos EUA usar força militar contra o Estado Islâmico. O projeto de resolução segue agora para o Congresso, onde será apreciado por duas casas que são controladas pelos republicanos.
fonte: Estadão Conteudo
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