Os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA anunciaram ontem um acordo com a família de Henrietta Lacks, americana cujas células de câncer foram retiradas em 1951, em Baltimore, sem sua permissão e replicadas inúmeras vezes para uso em laboratórios no mundo todo.
Um neto e uma bisneta de Lacks, cuja história foi contada no livro "A Vida Imortal de Henrietta Lacks", vão ajudar a decidir quais pesquisadores terão acesso aos dados do genoma das células de seu tumor cervical, conhecidas como células HeLa.
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